AGRONEGÓCIO: determinante para a balança comercial

  • Por: Amaury Rausch Mainenti OAB-MG nº 86.310
  • Agronegócios
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O Agronegócio contribuiu, mais uma vez, para o superávit comercial no 1º semestre de 2016: US$ 23,6 contra  US$ 2,2 bilhões, no mesmo período do ano de 2015. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MICS).

Não há como afastar a força econômica do Agronegócio. Este é o setor da economia que mais contribuiu para este saldo comercial positivo. E se torna prioridade para a recuperação econômica do Brasil.

Os principais produtos brasileiros exportados, que contribuíram para esse superávit, são: soja em grão, US$ 13,9 bilhões; açúcar, US$ 3,1 bilhões; celulose, US$ 2,7 bilhões; carne bovina, US$ 2,2 bilhões.

O incremento das importações chinesas foi decisivo em relação ao bom resultado com a soja, cuja demanda está aquecida em face as perdas ocorridas nas safras do Brasil e Argentina. Isso acarretou escassez do produto, estimulando sua compra no mercado internacional.

O principal adquirente dos produtos brasileiros foi a China, gerando uma receita de US$ 11,4 bilhões (17,2%), que segue como principal protagonista do resultado favorável da balança comercial brasileira, particularmente quanto à compra de produtos agropecuários.

Os dados indicam, de imediato, cenário favorável para os produtores agropecuários do Brasil, com  demanda crescente e câmbio favorável.

Não há dúvida: o Agronegócio prospera, independentemente de crise econômica, constituindo-se em elemento fundamental para a economia brasileira.

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