NOSSA MISSÃO NA VIDA É FAZER UMA DIFERENÇA POSITIVA!

  • Por: Amaury Rausch
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Será?

Dizia Peter Drucker que “Nossa missão na vida não é provar o quão inteligente somos ou o quão estamos certos, nossa missão na vida é fazer uma diferença positiva”.

Daí eu indago: Para quem e para que?

Sendo bem realista: sua existência é única e ela tem valor para você e, no máximo, meia dúzia de pessoas muito, muito próximas. No mais, encerrada a sua vida física, em curto espaço de tempo você sequer é lembrado.

Seus prováveis feitos e realizações fenecem e são esquecidos. Quando muito, são encampados por terceiros, que passam a ser os “grandes heróis” desses, graças à essa necessidade humana de endeusamento do seu semelhante.

Balela!

A única diferença positiva que você pode fazer é para consigo.

Tornar-se “menos ruim” a cada dia é dever do espírito. Ser melhor hoje do que se era ontem, em todos os níveis de desenvolvimento (moral, intelectual, cultural, profissional etc.), é dever do ser humano.

A Terra é mero educandário. Aqui se chega sem nada e igualmente se parte sem nada. Exceto as conquistas que as traças não comem.

Nesse aspecto, veja-se que as pessoas cuja memória é lembrada se encontram em duas dimensões: a do Bem ou a do Mal.

Ninguém se esquece de Adolf Hitler; seu nome é sinônimo de estado totalitário e de genocídio. Representa a encarnação do Mal na Terra.

Lado outro, Jesus Cristo nunca atirou a menor pedra em quem quer que seja. Ele é a manifestação divina do Bem, sobre a Terra e para toda a Eternidade.

Por isso sustento que a única diferença positiva que você pode fazer, é para consigo. A esse propósito, e independentemente de “religiosidades”, aprecio especialmente as lições kardequianas, consubstanciadas nessas questões:

“780. O progresso moral é sempre acompanhado do intelectual?

– É sua consequência, mas nem sempre o segue imediatamente.

 

780-A Como o avanço intelectual pode gerar o progresso moral?

– Ao fazer compreender o bem e o mal; o homem, então, pode escolher. O desenvolvimento do livre-arbítrio segue o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos seus atos.”

 

Encerro esse despretensioso texto com a questão 625:

“625. Qual o tipo mais próximo que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?

– Jesus.”

 

Se aos olhos Dele nos tornarmos um pouquinho melhor do que éramos, toda a nossa existência já terá valido à pena.

 

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